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O que você vende não é o que o cliente compra

Cutting fabric with tailors scissors

Sabia que você não vende artesanato?

Talvez, nesse momento, você esteja pensando: “Que frase sem sentido, é lógico que eu vendo artesanato”. Eu acho que não, continue lendo e você entenderá o porquê.

Costumo dizer que as pessoas não compram um produto ou serviço. Na verdade o que todos nós compramos é uma solução para resolver uma necessidade ou ter um desejo atendido.
Isso se aplica, também, para o mercado de artesanato. Normalmente, o cliente que compra um produto artesanal está procurando atender algum desejo. Quer um exemplo? Ao comprar uma lembrancinha (produto) o cliente quer na verdade eternizar um momento especial (desejo).

O que o artesão vende é soluções para atender um desejo do cliente. Certo? Errado! Isso é o que o cliente compra.

Mas, tem diferença entre o que você vende com o que o cliente compra? Existe, vou explicar.
Imagine, que no aniversário de minha esposa eu compro uma bolsa em patchwork para presenteá-la. Quando eu, como cliente, pago por esse produto, na verdade, o que quero é uma maneira de mostrar o meu carinho nessa comemoração de mais uma ano de vida. Ou seja, estou comprando uma maneira de dizer “você é importante para mim e eu lembrei de você”. Este é meu desejo e acredito que a peça de artesanato irá transmitir essa mensagem.
E se eu mesmo fizesse essa mesma bolsa em patchwork, o meu desejo seria atendido? Lógico que sim até de forma mais efetiva! Seria uma peça criada por mim, unicamente para dizer “você é importante para mim e eu lembrei de você”. Mas, então porque eu mesmo não crio e faço a bolsa de patchwork? Porque eu não tenho TEMPO e HABILIDADE.
Portanto, é isso que o artesão vende: TEMPO e HABILIDADE.

Se seu cliente tivesse tempo e, principalmente, habilidade para desenvolver a peça que você faz, ele compraria de você? Claro que não.
Veja, então, a diferença entre o que o cliente compra e o que o artesão vende em nosso exemplo:

  • O que o cliente compra: desejo de transmitir uma mensagem de carinho e amor;
  • O que o artesão vende: seu tempo e habillidade para criar uma peça que irá transmitir a mensagem do cliente;

    Reflita
    Quanto vale sua habilidade? Quanto vale sua experiência? Seus erros e acertos? Seus cursos de capacitação? Anos de aprendizado?
    Quanto vale o seu tempo? Estar com a família? Lazer? Descanso? No contexto atual, em que há uma grande escassez de tempo, este deve ser bem valorizado e precipitado. E se fosse possível transferir algumas horas de seu dia para outra pessoa, assim como se transfere um carro ou outro bem qualquer, qual seria o preço do seu tempo? Assista “O Preço do Amanhã”, um filme de ficção onde as pessoas transferem tempo uma para outras.

    Seu posicionamento
    Quando você, artesão, se posicionar como um profissional que vende SEU TEMPO e SUA HABILIDADE para atender os DESEJOS e NECESSIDADES de seus clientes, o valor percebido de seu trabalho terá uma nova perspectiva mediante ao público alvo e seu mercado de atuação.

    Algumas dicas práticas
    – Na descrição de seu produto, agregue valor, dando ênfase à necessidade e desejos de seu cliente;
    – Informe sobre o tempo de produção de suas peças;
    – Mostre para público como é o processo de produção. Você pode usar as redes sociais para compartilhar fotos e imagens de suas peças em desenvolvimento.
    – Ofereça produtos relacionados à necessidade de seu cliente.

E você, vende seu tempo e sua habilidade? Ou vende apenas uma peça?

Conte-me como você aborda a questão deixando o seu comentário.

Se gostou do post não perca o curso online que darei na semana que vem sobre Como Divulgar e Vender seu Artesanato Na Internet . A transmissão será no dia  27 e 28 de Fevereiro das 14h às 18h (com reprise das 19h às 23h).  Para saber mais sobre o curso clique aqui. Até lá!

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Eder Machado empreendedor digital, idealizador do ArtesCON e criador do blog Como Vender Artesanato. Seu blog e cursos têm ajudado vários criativos e artesãos a desenvolverem um negócio rentável através das artes manuais.

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98 comentários

  1. Adorei a matéria, muito bom para refletir!

  2. Excelente matéria, pena não ver muitos comentários , a maioria dos artesãos não entende isto e reduz o valor do seu trabalho somente para poder vender acreditando assim estar ganhando da concorrência, copiando modelos e dizendo “eu faço sempre mais barato”. lamentável que a posição da maioria dos artesãos seja esta no Brasil. Por favor continuem realizando matérias de conscientização pois o campo é amplo e a jornada é longa. Um abraço.

    • bem falado Andrea, a cultura do ganho imediato. Isso não dá asas à criatividade. Uso sim modelos e referências, mas não me escravizo pq isso não dá possibilidades de melhoras e mais ideias sobre um tema. aqui onde moro meu artesanato foi rejeitado pela associação dos artesãos pq alegaram que não era um artesanato típico índígena (ele não existe aqui, pq aqui não existem índios e são os paranaenses fazendo artesanato de cipó e madeira) e, segundo eles, o meu (variado) não vendia. desisti do artesanato e só dou aulas de pintura. complicado,né? bjs

    • sofia Alexandra

      Bem verdade tanto o posto como o que a Andreia disse. Mas isso acontece em todo o lado. Infelizmente.

  3. Muito bom este post! parabéns!

  4. A gente vende o tempo, a habilidade e, algumas vezes, o sangue, quando furamos o dedo costurando qualquer coisa. Parabéns pelo texto, Eder.

  5. Realmente é exatamente isso, você mostrou muito bem o valor do trabalho artesanal, pois muitos não dão o devido valor, vou me preparar para assistir as suas aulas, até lá :)

  6. Adorei a matéria!
    Acho que o bom artesanato é ainda muito pouco valorizado no Brasil justamente porque muitos artesãos não percebem esse ‘insight’. O artesão precisa valorizar para ser valorizado! Penso que cada trabalho manual é uma transformação de energia, em que aquela energia dedicada e amorosa é transformada e transmitida na peça produzida, para depois ser compartilhada. E este é o grande valor!

  7. Muito interessante

  8. como sempre arrazando,suas dicas e depoimento e seu esforço me ajuda a abrir minha mente quanto ao meu artesanato
    obg Eder!!

  9. Muito boa… vamos refletir e mudar algumas formas de ver e fazer as coisas por aqui!! Concordo com tudo e adorei as dicas!! Vamos adotar!

  10. amei a matéria, muito bom mesmo para refletirmos sobre o assunto, costumo dizer que vendemos carinho, amor e respeito em cada peça. parabens pela matéria

  11. graciela gonsalves

    bem assim mesmo, as vezes demoramos muito a finalizar uma peça e nem sempre cobramos o devido valor porque algumas pessoas insistem em comparar com produtos industrializados, que são mais baratos

    • É verdade Graciela Gonçalves acho o pior quando a pessoa fala ” não tô mesnosprezando o seu trabalho não mas se for mais caro eu compro industrializado e novo ” imagine se não tivesse…rsrsr é mole muitas vezes deixamos de fazer nossas coisas, nossos filhos para dar o melhor de nós mesmos e mesmo assim…..

  12. Muito legal…..bom mesmo é se todas as pessoas entendessem isso ;)

  13. Muito bem colocado Eder, venho aprendendo ao longo dos anos o quanto é importante valorizar meu tempo e minhas habilidades. Quando os artesãos tiverem consciência disso, não teremos tanta concorrência desleal. E todos conquistaremos um espaço de venda, com produtos de qualidade, que realmente atendam as necessidades dos clientes.
    Abs,

    Helena Lima./

  14. Olá Eder, bom dia!,

    Tive na faculdade uma matéria de mkt e estudei sobre isso. Valeu a pena relembrar para não esquecer e saber o real valor das coisas e o que realmente o cliente compra.
    Sobre o tempo… a desvalorização da mão de obra do artesão é grande, muitas vezes pelo próprio artesão, pois muitas vezes, na precificação, não se cobra o justo no cálculo do tempo de produção e valor da mão de obra.

    Adorei suas dicas!
    Camila

  15. Iara Zanatta

    Excelente!!! Sou administradora de empresas mas sempre me vi no mundo craft!
    Tenho andado perdida no mundo das ideias porém a primeira decisão que tive foi focar no que pretendo atingir com meus produtos e claro quais os clientes quero atingir. Muito obrigada!

  16. Sandra Regina

    Olá, gostei da matéria, não pensava dessa maneira, sempre pensei em vender artesanato
    (produto), mas gostei..vendo tempo e habilidade…vou pensar sobre isso
    Grata!!!!

  17. HUm…nunca pensei por esse lado! òtima dica!!

  18. ÓTIMA A SUA MATÉRIA !!! DIFÍCIL MESMO É COLOCAR ISSO NA CABEÇA DOS CLIENTES, DIZER QUE MUITAS VEZES PASSAMOS A MADRUGADA PARA DAR CONTA DO NOSSO TRABALHO, O QUANTO ANDAMOS ATRÁS DE MATERIAIS MAIS EM CONTA , EXIGINDO QUE SEJAM DE PRIMEIRA LINHA, PARA PODERMOS BARATEAR NOSSOS PRODUTOS, DIZER O QUANTO A NOSSA CASA FICA ” SUJINHA, ABANDONADA ” PORQUE É IMPOSSÍVEL FAZERMOS TUDO.
    NÃO GANHAMOS O SUFICIENTE PARA PODERMOS PAGAR UMA DOMÉSTICA. SOMOS NÓS QUE NOS DIVIDIMOS EM LAVAR , PASSAR, PINTAR, FAZER COMIDA, LIXAR, CORTAR , MODELAR, DECORAR, COMER, LIXAR NOVAMENTE, PINTAR MAIS UMA VÊZ, TOMAR BANHO, ATENDER A CAMPAÍNHA, O CARTEIRO, ENVERNIZAR, ATENDER O FONE,RETOCAR, APLICAR ADESIVOS, DECOUPAGÊ, E, POR FIM, CORRER OLHAR O FACE, OS TRABALHOS DAS COLEGAS E, ADORMECER, EM FRENTE A TELEVISÃO.
    CORRETÍSSIMO PENSAR E AGIR : VENDEMOS TEMPO, E HABILIDADES !!!!!!

    • gema de jesus scaranelo de luccas

      CONCORDO com MARIA TEREZA…é tudo isso mesmo..no fim das contas aonde foi nossa criatividade,com a cabeça cheia de correrias???..DAÍ entra, COPIAR DE QUEM NOS MOSTRA PRONTO……abraço

  19. Roberta Infante

    Excelente reflexão! Muito interessante! Muito obrigada, Eder!!!

  20. Luciana Carvalho

    Parabéns pela matéria. Reflexões de suma importância para nós, artesãos.

  21. Jussana Sens

    O Eder e ótimo, assim como seu curso. Eu faço,recomendo. Parabéns Eder.
    Jussana Sena

  22. Incrível, você está coberto de razão. Sempre computei o tempo mas nunca pensei na habilidade e experiência. Também nunca pensei em mostrar aos meus clientes o processo de criação, adorei isso e vou seguir essa dica a partir de agora. Muito bom, obrigada.

  23. Olá! Adorei a matéria!!! Sempre busco agregar este valor que vai além do produto, porque penso assim, pois cada peça é confeccionada de forma única, com o cuidado que o personalizado requer, e tem dado certo! Observo que as pessoas buscam algo que vai além de um simples presente, querem algo carregado de carinho, de afeto.
    Grata pelo riquíssimo artigo.

  24. Boa tarde! Já assisti ao filme citado e realmente o tempo vale vida e ouro! Muito boa a sua matéria.

  25. Sua importante sua colocação, as vezes nós mesmo esquecemos o valor que tem o nosso trabalho de tanto as pessoas colocarem preço no nosso serviço.
    Boa sacada!!!!

  26. brilhante!!! um novo olhar para meu trabalho…

  27. Eu não pensava desta forma, até meu esposo pegar no meu pé e reclamar que eu poderia estar me realizando ao fazer o artesanato, mas ali tinha tempo, dedicação, material, criatividade, e que eu deveria pensar como profissional, parabéns AMEI A MATÉRIA!!! Obrigada

  28. Vendemos tempo, e amor em cada peça, as dores nas mãos, costa, e ater na cabeça, rsrsrs! mais no fim de cada peça feita, ah um encanto e toda a beleza de mais calejada habés e calejada pela arte de amar o que faz. Feliz!!

  29. O foco da matéria, no meu ponto de vista é justamente o valor que o próprio artesão dá ao seu trabalho e habilidade, o valor dado começa por quem faz, mas o artesão também deve se especializar sempre, fazer tudo com muito capricho e dedicação, assim as pessoas também vão enxergar a beleza e valorizar seu trabalho.

  30. Não tem nem o que questionar, a reflexão está corretíssima! Obrigada por compartilhar!

  31. Adorei a matéria. Acho que é bem por aí…Vale a pena imprimir essa matéria e lê-la várias vezes para nos conscientizarmos do nosso rico trabalho. Bjs a todos….
    Parabéns ELO7 pela Matéria!!

  32. Obrigada pelo artigo! perfeito!

  33. Excelente a colocação ! Eu vou imprimir e colocar no mural do meu ateliê para ler TODOS OS DIAS. Acho que precisamos dessa consciência como motor para o nosso trabalho. Já parou pra imaginar o que é vc oferecer o seu TEMPO e a sua HABILIDADE? São duas coisas únicas na vida de casa um. Eu tô me sentindo rsrsrsrs
    Parabéns Eder, muito sucesso !

  34. Taciana Lafayette

    Realmente, se a matéria é boa, vocês imaginem o curso. Já fiz curso com O Eder e aprendo horrores, digo aprendo, por que ele não deixa de tirar dúvidas. Esse cara vem mudando a vida de muitos artesões. São dicas maravilhosas. Não conheço ninguém que se arrependeu de fazer os cursos dele!!! Para vocês terem uma idéia estou revendo todas as aulas, e sempre aprendo algo!!! Valeu Eder, obrigada por nos ajudar!!!

  35. Adorei a matéria já faço o curso com o Eder, é sempre bom adquirir novos conhecimentos podendo assim valorizar nosso trabalho para que os clientes o valorizem também. Muito obrigada pelo post.

  36. Muito interessantes! Nunca tinha pensado por este outro lado. Quem sabe assim, a gente se valoriza e com isso, nosso ofício se torna mas rentável! Um abraço!

  37. Adorei a matéria… sonho ainda com um Brasil que a arte decorativa e o artesanato sejam considerados arte também como em outros países mas para tanto temos que não nos ´´prostituir“ antes e dar valor aos nossos trabalhos e valorizar os trabalhos dos outros também!!!!

  38. Muito boa essa matéria.Faço das palavras da Taciana Lafayette as minhas.Eu estou aprendendo a valorizar mais meu trabalho desde que comecei o curso com o Éder, aprendendo a usar a linguagem certa para atingir meu público alvo minhas vendas cresceram. Cada dia que passa aprendo mais. Vale muito a pena participar desse curso, eu já garanti minha vaga.Abraços !!

  39. Amei a matéria , obrigada

  40. festascomfantasias

    Muito Bom

  41. Maravilhosa matéria. Acompanharei seu curso, com certeza. PARABÉNS ! VOCÊ ENTENDE A ALMA DO ARTISTA. Bjs

  42. Também gostei muito da matéria. Parabéns!
    Por um lado, vejo artesãos desesperados para vender e e de outro, clientes desvalorizando o trabalho do artesão. Se não no valorizarmos, ninguém mais o fará! Isto é líquido e certo.
    O sol nasceu pra todos e o dia que entendermos que há mercado para todos, tudo muda!
    Abraços,

  43. adorei a sua matéria..

  44. é bem isso mesmo!, somos artistas e fazemos trabalhos unicos, a diferença é que não somos pré programados para vender em grande escala coisas que já vão no formato determinado e que as pessoas podem ou não gostar, as artes vão além, trazem a realidade o que a pessoa sonha, e isso não tem preço !
    é o melhor presente que alguém pode dar a ganhar, e o que fazemos com certeza é com carinho e dedicação, o que faz toda diferença e agrega valor visivel e invisivel!

  45. Matéria simplesmente perfeita!!!!!!
    Vou estar ligadíssima para assistir ao curso, com certeza!
    Já comentei aqui anteriormente, que infelizmente existem pessoas que parecem não dar valor ao seu tempo. Fazem aquela continha de 3 vezes o valor da despesa e pronto, está definido o preço do produto…
    Como a Andrea comentou, pessoas que copiam as idéias dos outros e vendem mais barato…
    Nem sempre o cliente percebe que não vale a pena comprar o mais barato…
    Já remoí muito esse assunto aqui na minha cabecinha e decidi que mesmo que eu venda menos, manterei a qualidade dos meus produtos e valorizarei meu precioso tempo.
    Estou ansiosa para ouvir o resto das dicas que você nos dará Eder. Espero que muita gente assista suas aulas.
    Parabéns pela abordagem!

  46. Matéria oportuna!
    Espero que todos leiam, pois é preciso os artesãos se conscientizar da importância de valorizar o seu trabalho e o seu produto, e não mais ‘se vender’ por qualquer valor. Além de prejudicar os demais artesãos, porque nivela por baixo, prejudica a si próprio, porque um produto muito barato não pode ser de qualidade.
    Parabéns professor Eder! Estréia brilhante!
    Muita sorte na nova empreitada!
    Abraços

  47. Um dos melhores textos que já li aqui no blog.
    Texto bem claro, fácil de entender o conceito até para quem é leigo no assunto.
    Farei com certeza o curso.

  48. Amei a matéria!!!!! Eu realmente preciso tomar essa consciência. Obrigada!!!!

  49. Somos nós artesãos quem devemos valorizar nosso trabalho e só trabalharmos com clientes que nos valorizem também. Já acompanho os vídeos do Eder e isso tem feito uma diferença enorme no meu trabalho e no meu modo de negociação com clientes!!!

  50. Vanessa Beloti

    Muito interessante seu ponto de vista! Gostei muito da matéria! Obrigada!

  51. Adorei, realmente uma maneira de ver nosso trabalho diferente. bjuss.

  52. Obrigada Eder, ótima reflexão, aprendi mais uma vez com você!!!

  53. Jessica Santos

    Adorei o ponto de vista. E concordo completamente.
    Agora, como fazer os clientes entenderem isto??? Pois na maior parte do tempo, perco minhas vendas pelo preço, que consideram ‘alto de mais’, ou ‘desnecessário’…

  54. Adorei a matéria! Parabéns!

  55. Excelente ponto de vista! Acredito que o maior desafio de um artesão, principalmente os que estão em ascensão, é atribuir valor coisas intangíveis como o tempo, o carinho dedicado á peça, a habilidade na confecção do produto, etc. A valorização do artesanato começa pelo artesão.

  56. É muito bom ver o Eder por aqui mais uma vez iluminando a vida profissional de nós artesãos.
    Muito obrigada pelo seu tempo e habilidade em nos mostrar o melhor caminho, Eder!

  57. Zuleika Terezinha Pertile

    Eu sempre costumo dizer que vai um pouco da minha energia para as pessoas em cada peça confeccionada, pq estou sempre emanando coisas boas e até fazendo mentalmente mantras de paz e harmonia.Gostei muito do que li.

  58. Simone Mineiro Cavalcante

    Sou relativamente nova no ramo artesanato , portanto adorei, a mensagem , mostrando o quanto precisamos valorizar o nosso trabalho , e nós ensinando como fazê-lo , eu preciso muito de todas as dicas que eu puder captar, para seguir em frente fazendo , e valorizando o que faço com tanto amor.

  59. muito boa, nunca havia pensado por esse lado !!!

  60. Excelente matéria…é o que mais faço para enfiar a idéia de tempo e habilidade na cabeça de meus clientes por aqui há 10 anos.Pois querer os produtos eles querem…desde que sejam vantajoso para os “bolsos deles” ,já que custo/benefício não existem no vocabulário de alguns clientes…aliás acho que nem sabem o que é isso.Pronto falei…rsrs

    Mas parabéns ao autor da matéria que reflitamos,e coloquemos em prática “diariamente” essas orientações.

    Um abraço a todos

    Bruno Soares
    http://www.brunokids.com.br

  61. joana regina de oliveira

    Informações muito valiosas, porque cada artesão tem seu jeito e sua identidade, por isso, cada um deve valorizar seu trabalho e colocando em cada peça amor, carinho e muito capricho! isso enriquece o trabalho.

  62. Marialba Gomes

    Excelente matéria. Existem artesãos que trocam dinheiro, achando que estão ganhando (retorno imediato do dinheiro) . Colocam um valor baixo para vender logo. Infelizmente o próprio artesão não valorizam o seu trabalho. Parabéns!

  63. Amei o seu texto!!
    Acho realmente que a maior dificuldade pra quem quer fazer do artesanato a sua renda, ou “viver disso”, é a valorização do trabalho. Existem muitas pessoas que não valorizam esse trabalho, ou como nossa colega disse, algumas “artesãs” mesmo desvalorizam utilizando material e acabamento inferior e barateando o produto.
    O importante é que nós valorizemos nosso trabalho, e que procuremos quem dê o devido valor, o valor que merecemos.
    Minha vida toda, ou desde que me conheço por “gente”, eu aprendo a fazer alguma coisa, bordar em tela, crochê, tricô, ponto cruz, até costurar para minhas bonecas quando era criança naquela máquina de costura antiga de correia que a minha mãe tinha,depois que fiz um curso de pintura em tela eu conclui que arte ou artesanato é o MEU DOM. sempre trabalhei fora em escritórios, mas nunca fui feliz com isso, de alguns anos pra cá depois que tive minha segunda filha, que está com 3 anos, eu decidi que não queria mais sair de casa para fazer o que não me faz bem e mesmo com alguma resistência do marido, acho que é compreencível que se preocupe com o sustento da família, eu tenho sido firme nesse propósito.
    Rescentemente nos mudamos de casa e ele me ajudou a montar o meu cantinho que ele mesmo passou a chamar de meu ateliê, rs.. não me acostumei ainda.
    Escolhi me dedicar mais ao patchwork, fiz o curso de patchwork moderno e agora o de Kit de Berço, tenho uma página no facebook, mas não sei muito bem como divulgar meu trabalho, confesso que não tenho muita iniciativa, sou medrosa demais e vejo que isso me atrapalha bastante.
    Espero mesmo que com esse curso, que já me inscrevi, eu consiga dar mais um passo na minha vida e seguir em frente como muitas “colegas” artesãs que temos nesse país tão grande, como a Débora Radke que nos emocionou ao dizer palavras de incentivo no seu curso.
    Obrigada por tudo, Regiane.

    • Oi Regiane,
      Sei exatamente o que é isso!
      Estou em casa e agora colhendo os frutos do meu trabalho que poucos acreditavam.
      Siga firme e forte! Não há razão para ter medo, de verdade não há, o grande obstáculo somos nós mesmas. Boa sorte! ;-)

  64. Parabéns pela matéria. A partir de hoje, vou vender meu TEMPO e minha HABILIDADE!!!!

  65. ADOREI o texto, em com certeza já me inscrevi para assistir o curso, mas ainda existe muitas pessoas que não valorizam o artesanato como devia, clientes e artesãs, nosso tempo é precioso, por que se todas as pessoas fizesse o que a gente faz não seria artesanal….Estou ansiosa pelo curso, acho que vou aprender muito com ele….

  66. Marcia Inocencio

    Achei interessante sua colocação…

  67. Francielle Alves

    Adorei a materia estou aprendendo muito com seus conselhos e dicas. Essa semana tive uma experiencia de artesas q vendem somente uma pç.
    a cliente me perguntou quanto eu cobraria pra fazer uma pç. considerada trabalhosa eu disse 25,00 e ela me respondeu achei uma artesa que faz por 9,00 kjjkkj
    essa pessoa vende uma pç. Eu vendo meu trabalgo tempo carinho pois cada pç q faço coloco meu amor nela tanto q tenho ate do de entregar piis amo cada criaçao q faço.
    9,00 nao pagaria nem o material gasto. sinto pena de pessoas q nao valorizam o proprio trabalho.desabafo

  68. Oi Eder!

    Não tem como escapar, mudança de cultura e valorização do artesanato tem que começar do artesão, o bom cliente é consequência de todo um trabalho nos bastidores que agregue valor ao objeto.

    Bom artigo!

    Abraços… Bia – http://www.jubiart.com.br

  69. Muito bom mesmo esse texto! Realmente nos faz refletir sobre o q q produzimos e também para refletir no valor do nossos produtos pois estes produtos são frutos dos nossos esforços! Muitas vezes deixamos realmente o lazer e a família de lado para criar produtos que não são valorizados ate mesmo por nós mesmas!

  70. Que matéria excelente. Precisa ser divulgada para a conscientização dos artesãos que, infelizmente, muitas das vezes são desvalorizados por si próprios por não entenderem o quanto vale seu TEMPO e HABILIDADE.

  71. é por essa forma de pensar mesmo ,que desisti de muitas formas de fazer artesanato…mdf,tecido eva,feltro ,a artesãs trabalham de A a Z ,vão pela moda,o que está em alta para ganhar dinheiro,porque o tempo gasto tem que voltar em dinheiro senão não vale a pena….agora o consumidor por sua vez não dá tanto valor,existe o mercado chinês que detona com o artesanato…enfim o assunto é longo,e com ponto de vista diferentes…

  72. Elaine Pereira dos Santos Kotarski

    Adorei o texto é claro e direto e faz nós artesãos refletirmos como nos posicionarmos frente aos nossos clientes. Estou começando agora e espero seguir suas dicas Éder.

  73. Andrea Oliveira

    Muito interessante a matéria, mas infelizmente muitos não pensam assim.

  74. Otima matéria realmente preciso valorizar mais minhas peças.

  75. Venho observado que em muitos paises o “nosso” artesanato costuma se mais valorizado que dentro de nosso proprio pais e sempre me pergunto onde esta o erro? Depois que comecei a ler a respeito dessa valorização do tempo e da habilidade, comecei a experimentar aos poucos em minhas peças, e tive uma grata surpresa, pois achei que as vendas iriam cair vertiginosamente, mas ao contrario, elas aumentaram. Um pouco a cada ano… Esse texto vou muito elucidativo e eu gostei muito. Estou louca para ver os proximos. Ja vi que tenho muito a aprender com Eder Machado…

  76. Fabiola Lima

    Estava a pensar neste assunto na semana passada quando uma amiga, ao comprar uma peça minha, fez a seguinte pergunta: “não está muito barato?”. Então coloquei tudo no papel e cheguei a conclusão de que algumas peças, sim, precisavam ser valorizadas. Agradeço pelo artigo e demais orientações. Estão me ajudando muito. Abraços. Fabiola Lima.

  77. Eu fico incomodada com as colegas artesãs que querem vender a qualquer preço um trabalho que leva dias para concluir… existem peças que levam semanas para ficarem prontas e as pessoas vendem bem baratinho… eu fico muito chateada com isso… quem quer vender barato que dê de presente… é muito mais decente com as colegas de profissão…pronto… falei!!! Amei a abordagem do assunto… muito bem explicado…

  78. Eu ja vi o filme, e concordo com todo seu ponto de vista Eder.

  79. Excelente artigo. Concordo plenamente!

  80. Muito bom
    Aprendi a muito tempo que tenho que colocar em meus produtos o valor de quanto que gostaria de faturar colocando o valor das horas trabalhadas e quanto vale o meu saber, muito bom passar isto, porque quando voce coloca isto no seu preço as diferenças entre valores de artesãos não são mais tão grandes, porque eu coloco meu coração nas peças que faço e outros so pensam na financeira e hoje em dia quem tem que se valorizar somos nos

  81. O artesão trabalha com detalhes, e entender o que eu vendo as vezes e um detalhe que passa desapercebido….muito bom essa meteria faz a gente pensar e voltar a essência de como tudo começou….

  82. SERIA MUITO BOM SE ARTESÃOS E CLIENTES LESEM ESSE TEXTO,PASSAMOS HORAS ELABORANDO UMA PEÇA,COM CARINHO DEDICAÇÃO PARA SATISFAZER A NECESSIDADE DELES

  83. Regina Piloupas

    Eder você vende o DVD deste curso?

  84. Amei a matéria e a sua aula foi sensacional!

  85. Muito boa esta materia!faz tempo q a deixei no email pois queria ler com calma!li ,compreendi,e lendo os comentarios de minhas colegas artesãs,percebi uma triste constatação:- q a grande maioria diz da falta de valorização tanto de clientes,como das proprias artesãs! eu já fui uma artesã q só copiava,comprava revista ,ou na internet mesmo,sem me preocupar com criatividade ,ou exclusividade,simplesmente por precisar vender p nos sustentar eu e minha familia com marido desempregado!esta situação financeira,que muitas de nós passamos nos leva a esta desvalorização!vira um ciclo vicioso,pois com isto as clientes aproveitam a situação!vou pensar muito sobre isto! Q pena q perdi o curso!!

  86. Adorei o texto.
    E pensar que muita gente simplesmente quer encomendar peças e mais peças e pedir desconto!!!
    Esquece de como é feito cada peça, cada detalhe, td é personalizado, por mais que o cliente diga que só mudou a cor, o tecido, o papel…td foi pensado em atender o cliente!!!
    Mas foi interessante pra mim como artesã ler o texto..estou refletindo

  87. MUITO BOA EXPRESSÃO, PENA QUE NEM MESMO QUEM COMPRA VALORIZA O NOSSO TEMPO E TRABALHO….

  88. Ola Eder…como sempre um texto muito inteligente…Suas explicações e exemplos são sempre muito didaticos…Seria muito bom se todas as pessoas soubessem valorizar este tempo e habilidade que nós artesãos oferecemos…mas tenho aprendido muito com vc e tenho conseguido fazer com que alguns de meus clientes vejam isto…obrigada. E em relação ao filme que vc citou é muito bom…Só os que realmente precisam de um tempo a mais valorizam sua real importancia…Grata Valéra

  89. Nice Paguetti da Silva

    Eder toda vez que recebi pedido mando detales e acaba naõ dando certo. Gostaria de continuar me ajude. abraço

  90. Olá Eder, esse texto mostra realmente como devemos nos sentir em relação ao nosso trabalho. Eu só acrescentaria a criatividade… Ou seja vendemos tempo, habilidade e criatividade. Meu super obrigado! Abraços…