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Precificação de produtos criativos: 3 mitos que você precisa se livrar

A reclamação que eu ouço entre empreendedores criativos é sobre a dificuldade na precificação de seus produtos. Todo mundo gostaria de ver o seu trabalho valorizado, mas tem medo de não conseguir vender e ficar fora do mercado por conta da concorrência.

Se você se enquadra neste perfil, eu quero desmistificar algumas crenças bem comuns, que só te atrapalham na hora de precificar corretamente o seu trabalho.

Precificação de produtos criativos: 3 mitos sobre que você precisa se livrar
Saiba como fazer a precificação correta dos seus produtos criativos com as dicas da Clarissa de Bem.

Precificação de produtos criativos: 3 mitos que você precisa se livrar

Então preste atenção e vê se você também não está caindo nas armadilhas dessas crenças coletivas.

1 – “É necessário ter preços acessíveis para conseguir vender”

Esqueça a palavra acessível do seu vocabulário. Não que eu seja contra preços acessíveis. Quem não gosta de um bom produto com precinho bacana, não é?

Só que para ter produtos acessíveis, é necessário um fluxo muito grande de vendas. Este modelo de negócio baseado em preços baixos tem lucro na quantidade. E manter um negócio artesanal com produção em grande escala não é muito sustentável a longo prazo. Quem é que consegue manter por muito tempo uma agenda lotada de pedidos, para no final das contas ter um lucro pequeno a cada venda? Não vale a pena todo o esforço.

Funciona para grandes redes de lojas que não tem produção manual e artesanal ou então pra quem tem um hobby. Um negócio artesanal com esse modelo dificilmente vai ser realmente lucrativo. Mas, se você quer ter dinheiro para conquistar os seus sonhos, é preciso repensar essa sua estratégia.

Se você faz questão de atender o público que não pode pagar mais, tenha produtos com faixas de preços variadas, assim você conseguirá atingir públicos diferentes e mercados diferentes. Avalie o seu mix de produtos e eleja aqueles que podem fazer parte da linha top (com margem de lucro maior) e os que farão parte da linha acessível (com uma pequena margem de lucro). Se for necessário crie novos produtos para atender essa estratégia de ser uma marca acessível mas lucrativa.

2 – “Se eu vendo pouco agora, imagina se eu aumentar meus preços!”

Sabia que existe um tipo de cliente que desconfia da qualidade de um produto quando o preço é muito baixo? E, quando a gente está com um pé atrás a gente não compra, não é verdade? Se você pratica a política de preços baixos, pode ter perdido vendas por causa disso.

Quando você aumenta seus preços e se posiciona como uma marca mais bacana e mais confiável, você até pode fechar as portas para algumas pessoas que não vão mais conseguir acompanhar a sua nova realidade. Mas, abre as portas para um novo grupo de pessoas que vão entender que você deve cobrar mais porque tem um negócio sério e que o seu produto é de qualidade. Não é justamente este respeito e valorização que você busca? Enquanto você estiver se igualando e fazendo a precificação de produtos criativos como os maus profissionais, isso nunca vai acontecer.

Então, que tal dar uma chance pra este novo grupo de clientes dispostos a gastar o seu dinheiro apenas com o que eles confiam? Aumentar os preços não significa perder vendas, significa abrir as portas para uma nova categoria de clientes que buscam qualidade e não preço baixo.

Veja também:

+ Como calcular o preço de produtos criativos

+ Café com Chat: Precificação de trabalhos digitais e infoprodutos

3 – “O mercado não me deixa cobrar mais”

Sim, o mercado está cheio de gente cobrando bem menos que você. E a toda hora chega um cliente te obrigando a baixar seu preço. Então, para não perder a venda você cede, dá um desconto e baixa o seu preço. Você pode até não ter perdido a venda, mas perdeu dinheiro. Esse é o cliente que não valoriza o seu trabalho e que o único objetivo dele é gastar pouco. E pode ter certeza, ele vai te trocar rapidinho assim que encontrar alguém que cobre R$1,00 a menos que você. É este cliente que você quer ter no seu negócio?

Quando você faz isso, está fechando o seu foco e visualizando apenas os concorrentes que puxam toda a indústria artesanal pra baixo. Existe um grupo de profissionais sérios, que conseguiram se destacar no mercado, que tem um negócio lucrativo vendendo seus produtos a um preço mais alto e mesmo tendo preços acima da concorrência têm filas de clientes batendo na porta.

Está na hora de você redirecionar o seu foco e procurar bons modelos para se espelhar. Se você os ignorou porque acha que eles são exceção ou porque tiveram sorte na vida, está enganado. O que tem por trás disso é muito trabalho e dedicação nas coisas certas, naquilo que faz diferença para conseguir ter destaque e poder alcançar um lugar melhor no mercado. Se eles conseguiram você consegue também, há um caminho pra chegar aonde eles chegaram.

Mas, para isso você precisa parar de se puxar para baixo. É hora de fazer mais do que eles, de investir no seu negócio. É preciso se mexer e sair da base da pirâmide onde todo mundo é igual e onde a única arma é a guerra dos preços.

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Clarissa De Bem

Clarissa é uma artista múltipla. Descobriu desde criança a paixão por todo tipo de expressão artística. Arquiteta por formação ela já se aventurou por diversas áreas da arquitetura, do design gráfico, da dança, das artes plásticas e da decoração de festas.

E no desenrolar dos seus negócios criativos descobriu mais uma paixão, o marketing autêntico (ou de propósito). Hoje divide seu tempo entre sua arte no Clarissa De Bem e compartilha seu conhecimento e experiências no Viver de Craft para criativos que querem ter um negócio de verdade.

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Engenheira de produção de formação, apaixonada por empreendedorismo, DIYs, artesanato e tudo relacionado a ele. Acredita que só é feliz quem sonha grande e ao mesmo tempo é genuinamente grato por tudo que tem! Escreve aqui no Blog e também no Academia Craft Academiacraft.com.

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